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Deixar ir

Nós somos capazes de passar horas, dias, semanas, meses ou mesmo anos a analisar repetidamente uma situação do passado, tentando encontrar justificações para o que aconteceu ou o que deveria ter acontecido.

Se o deixar, o passado pode facilmente roubar o seu presente.

Ou podemos deixar as peças espalhadas pelo chão e sair porta fora para o sol. Porque por vezes afastar-se é a única forma de sair a ganhar.

Muitas vezes nem se apercebe que está a bloquear as próprias bênçãos do presente ao agarrar-se ao que já foi.

Dê o seu melhor para deixar ir.
Você não é os seus dias maus, as suas cicatrizes ou os seus erros. Você não é o seu passado.

Seja (esteja) no aqui e agora e respire.

Sem a bagagem, quem é você neste momento?

Felicidade é abrir mão daquilo que pensa ser suposto a sua vida ser neste momento e desfrutar de tudo aquilo que ela é.

No final do dia, antes de fechar os olhos, sorria e sinta-se em paz com o lugar em que se encontra e grato por aquilo que tem.

A vida é boa.

Algumas pessoas e circunstâncias estão na nossa vida para nos fortalecer e ensinar a seguir em frente sem elas.

Assim sendo, não desperdice o seu tempo a explicar-se a pessoas que já mostraram não se importar. Por outras palavras, não defina a sua inteligência pelo número de debates que vence mas pelo número de vezes que diz “esta tolice sem necessidade não vale o meu tempo”.

Por vezes afastar-se é mesmo a única forma de sair a ganhar. Então encontre a coragem de deixar ir o que não pode ser mudado. Porque quando não é mais capaz de mudar uma situação, é quando é desafiado a mudar a si mesmo, a evoluir para além do imutável. E isso muda tudo.

Qual é uma realidade que não pode ser mudada, a que tem resistido recentemente?

O que pode fazer agora para facilitar a aceitação desta realidade na sua mente?

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