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Comunicação eficiente

Existem dois pontos-chave muito importantes no uso das nossas relações para melhorar o seu relacionamento com os outros, e se sentir melhor consigo próprio.

São eles:

  • dizer aos outros o que pensa, sente e quer;
  • perguntar aos outros o que pensam, sentem e querem.

Já deve ter ouvido ou feito comentários do género: “As pessoas deviam saber o que eu sinto e quero!” ou “Ele devia saber que não gosto que…”?

A verdade é que os outros não sabem aquilo que você pensa ou aquilo que sente. Eles podem nem se aperceber que o chateiam ao fazer ou dizer algo, especialmente se você sorri para não mostrar que está irritado. Ninguém adivinha, nem pode saber se você não lhes disser.

Se não disser aos outros aquilo que pensa, sente e quer, eles só podem sabê-lo se souberem ler a mente das pessoas. Ou então, ao tentar adivinhar, passam bem longe da verdade.

Da mesma maneira, se você sabe o que os outros pensam, sentem e querem, você deve andar a ler mentes.

Quantas vezes um membro do casal se demite da relação  e o outro fica completamente surpreso porque nem sabia que o outro não estava feliz? Pensava até que estava tudo bem. É claro que a leitura de pensamentos nestas situações não ia lá muito bem.

Na maior parte dos casos eles não dizem um ao outro o que pensam, sentem ou querem e nem o perguntam ao outro.

Não podemos esperar que os outros nos digam aquilo que pensam porque não podemos controlar aquilo que escolhem fazer. Mas podemos perguntar-lhes.

Tal como não podemos esperar que os outros nos perguntem aquilo que pensamos, mas podemos dizer-lhes.

É claro que não vamos estar constantemente a dizer o que queremos ou pensamos sobre todas as pequenas coisas. Existem momentos para não se falar e coisas para não se dizer. Mas tudo seria bastante melhor se deixássemos de imaginar o que os outros pensam, sentem e querem e não esperássemos que os outros nos lessem a mente para saberem o mesmo sobre nós.

É uma questão de boa comunicação e a comunicação resolve todos os problemas.

Mas desde pequenos que fazemos assim. Quantas pessoas reclamam que os seus pais não as compreendiam, não sabiam o que queriam, como se sentiam? Quando crianças, esperávamos que os nossos pais soubessem o que pensávamos.

Quantas crianças não percebem os pais?

Portanto, de futuro, não imagine o que os outros pensam e sentem, pergunte-lhes. E não espere que os outros imaginem o que você pensa e sente, diga-lhes!

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